Etapa 11

168 – 189 km (21 km)

Rosal de La Frontera (Espanha) / Santo Aleixo da Restauração 

Despedimo-nos da aldeia de Vales Mortos, que nos acolheu nestes 4 dias, da casa da Avó da Joana e do Zé Manel (o cão). Esta etapa foi dura, começamos em terras Andaluzas, mais tarde do que o habitual, pois tivemos que assegurar a logística própria destes dias. Passámos por alguns marcos transfronteiriços, que definem a raia, ou seja, a fronteira terrestre entre Portugal e Espanha. São numerados e existem ao longo de cerca de 1215 km. Nesta etapa acresceu alguma dificuldade no acesso aos trilhos, ainda assim, com algum cansaço, chegámos a Santo Aleixo da Restauração (pertence ao Município de Moura). Uma aldeia heróica pela defesa do território Português na Guerra da Restauração (séc. XVII). Só em 1893 foi possível celebrar um acordo de fronteira definitivo. Agradecemos a companhia e  perseverança da Claudia, Joaquim e Rodrigo. 

maio 2026

Não podemos deixar de fazer referência à gastronomia alentejana, riquíssima em paladar, é criativa e utiliza ingredientes simples (pão, alho, azeite, ervas aromáticas, …). Um tesouro bem guardado, desde o cozido de grão, os pézinhos de coentrada, os ovos com espargos do campo, carne de alguidar, ensopado de borrego, carne de porco à alentejana, o pão de cabeça, o bolo de amassudura, os queijos frescos ou secos, os enchidos, a tarte de requeijão, a sericaia, enfim, tudo uma delícia.  

Recomendamos os seguintes restaurantes: O Alentejano, em Serpa /  A Adega Velhinha, em Serpa, para um bom petisco, ouvir ao vivo Cante Alentejano e um Gin artesanal Serpentis / O Lebrinha, desde 1969, para uma imperial bem fresca, em Serpa / O Adro, em Pias 

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